Ok, vamos agora deixar de lado as sacolinhas de plástico e, assim, nos sentiremos menos culpados por usar um computador produzido nas super poluidoras fábricas chinesas. Por favor, uma rápida molhada no corpo e desligue a água quando estiver tomando banho! Deste modo fica menos dramático dirigir solitariamente em seu carro até a academia...
FotosLeoRamos
quinta-feira, 23 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Ok, o filme ¨Quebrando o tabu¨presta grande serviço levando ao cinema informações importantes sobre as diferentes maneiras de lidar com as drogas ilícitas. É maniqueista, mas a tese de descriminalização do usuário é correta: devemos encará-los como doentes.
Pena que fica a impressão que o diretor aprova a ideia da liberação da maconha.
Qualquer droga, seja ela qual for, será utilizada de maneira destrutiva por um dependente químico. Quero ver convencer o pai que vê o filho chapadão, sentado diante da televisão o dia todo, de que a cannabis é uma droga leve.
Quem, atualmente, não tem um primo, um tio, algum parente que amarga a dependência? Não se trata mais de ser moralista, careta. Quem me conhece sabe que não visto essa máscara. Devemos saber que de cada 100, 17 estão fadados a acordar pensando em como vão fazer para ter a próxima dose. E esses 17 trarão muita infelicidade para seus pais, filhos e amigos.
É importante divulgar essa informação. Não é satanizar as drogas, é mostrar que a vida de escravidão não vale o prazer do ¨tapa na pantera¨, do tequinho na boite ou da balinha na baladinha.
Pena que fica a impressão que o diretor aprova a ideia da liberação da maconha.
Qualquer droga, seja ela qual for, será utilizada de maneira destrutiva por um dependente químico. Quero ver convencer o pai que vê o filho chapadão, sentado diante da televisão o dia todo, de que a cannabis é uma droga leve.
Quem, atualmente, não tem um primo, um tio, algum parente que amarga a dependência? Não se trata mais de ser moralista, careta. Quem me conhece sabe que não visto essa máscara. Devemos saber que de cada 100, 17 estão fadados a acordar pensando em como vão fazer para ter a próxima dose. E esses 17 trarão muita infelicidade para seus pais, filhos e amigos.
É importante divulgar essa informação. Não é satanizar as drogas, é mostrar que a vida de escravidão não vale o prazer do ¨tapa na pantera¨, do tequinho na boite ou da balinha na baladinha.
sábado, 2 de outubro de 2010
Eólo participa do processo eleitoral brasileiro
Na véspera do pleito, nas ruas do Rio de Janeiro, a propaganda eleitoral móvel está inquieta. Placas espalhadas no chão; placas amarradas nas árvores. Se existe a sensação de indiferença popular pelo processo de alternância do poder político, a ventania na manhã desse sábado serviu para mexer com o cotidiano da população. No mínimo, era preciso ficar atento para não ficar face a face com um candidato. Isso por que as placas voavam pelas ruas e foi possível presenciar uma delas bater na perna de uma senhora e um candidato ser atropelado por um carro. Digo, uma propaganda rebelde ser atropelada sem piedade.
Fica a pergunta: estaria o vento tentando chacoalhar a cena política, ou Eólo, filho de Netuno, estaria disposto a soprar para longe os atores de mais uma eleição.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Vila Mimosa, Rio de Janeiro.
Quando me passaram esse trabalho, peguei meu equipamento e corri para a Vila Mimosa, na Praça da Bandeira. Foi uma viagem perdida. Não foi possível tirar um único clique nesse dia. Não é nada fácil fotografar prostitutas. Elas não gostam de aparecer na imprensa e sua segurança é feita por policiais à paisana.
Pedi então uma carta da minha editora. Entregue o documento, fui à luta novamente.
Mesmo com a autorização, era muito difícil fotografar as profissionais. Reparem que as "meninas" escondem o rosto. Busquei soluções que mostrasse o ambiente e ícones desse universo: a escada que leva aos cubículos utilizados para o sexo; a janela que expõe a "carne humana"; o palco usado para stripers.
O funcionamento desse verdadeiro shopping do sexo é simples: as prostitutas são contratadas pelos bares. Na época que fiz o ensaio o programa custava R$ 15,00 e o cavaleiro tem que satisfazer suas necessidades em até 20 minutos. Parte do pagamento fica para a "casa". Esses bares possuem juke box, cerveja gelada e mulheres quase nuas. Na parte de cima ficam os quartos, se é que podemos chamar de quartos um cubículo de 2x1 m2.
Observem a placa da última foto. Vende-se refrigerante, água...creme KY (para faciltar na penetração anal), xilocaína (para amenizar a dor) e, claro, uns comprimidos (para aquleles que precisam de uma ajuda).
O clima é divertido, a música alta e as mulheres eufóricas. Elas bebem bastante e muitas usam drogas. Algumas moram longe e só voltam para seus filhos, maridos e pais depois de passar dias transando com toda espécie de parceiros.
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